18 de agosto de 2010

Festa Junina

A aplicação do projeto com os alunos do 3º Ano “A”, ocorreu de forma continua, através da troca de informações e de apropriação de novos conhecimentos, entretenimento e sociabilidade, vivenciando assim a nossa cultural brasileira.
Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas,que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que as escolas promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.
Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira com comida , danças, e vestuário típicos da festa, etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.
E no dia 16/08 foi realizada a festa junina interna da escola onde as crianças vivenciaram assim essa nossa cultura popular manifestada por todo o Brasil.





Frações

Para iniciar a aula foi realizada uma demonstração do conceito de frações usando maça.
Logo em seguida foi trabalhado as noções de frações usando o quebra cabeça.

Trabalhando com receitas





De um modo geral os alunos gostaram dessa atividade, pois é uma prática que não realizam em casa.
Essa atividade foi feita coletivamente, todos participaram e sentiram-se motivados.

Trabalho Realizado pela Professora Elisa









Professora Elisa Maria Maciel de Almeida
Trabalho sobre crendices e superstições


Durante as atividades realizadas com os alunos da 6ª série sobre o que é folclore, crendices e superstições, foi possível perceber o envolvimento de todos. Ao pesquisarem sobre o tema na Sala Informatizada, puderam descobrir muitas coisas que depois foram socializadas com o grupo. Pode-se perceber que a proposta envolveu e animou os alunos ao iniciarem o trabalho que faremos durante o mês de agosto. Ao fazerem os desenhos sobre as crendices e superstições, muitos se destacaram nos trabalhos. Os alunos puderam ampliar o conhecimento ainda mais conversando com os pais, avós, vizinhos, etc.

Viajando no mundo mágico da leitura


Esse projeto de leitura, venho desenvolvendo algum tempo, pois não só os alunos que freqüentam o apoio pedagógico, mas principalmente esses, precisam de muita leitura, para abrir novos horizontes, enriquecer seu vocabulário . Precisam de muita motivação para a leitura. Ter ido com eles na sala de informática, onde escolheram e fizeram sua leitura, alguns em dupla, outros individuais, foi muito bom.Mas muito bom mesmo, pois teve alunos que foram alem da proposta, leram até charadinhas, anotaram, e na hora do reconto, faziam as perguntas. Todos participaram, e mais do que isso, ficaram motivados a lerem outras historinhas. Me chamou a atenção, onde um aluno me relatou que gostou de ler na sala informatizada, porque, podia aumentar ou diminuir o tamanho real dos desenhos e letras. Todos os alunos se envolveram e desenvolveram a atividade com sucesso.













Professora Milene
Apoio Pedagógico

Vídeo: Viajando no Mundo da Leitura

22 de março de 2010

E agora Professor???

Vera Lucia Ribeiro de Matos, Rose Mari Gaio Bianchi, Rojandro Polo e Denilce Constantino


E agora Professor???

Nesse novo cenário, o desafio do sistema educacional é preparar alunos para terem insights (percepção) e colocá-los em prática com criatividade, responsabilidade e desenvolver a capacidade de inovação e empreendedorismo. O velho giz e o quadro negro, não tem mais sentido na era tecnológica, pois estão competindo com a liberdade desenfreada dos avanços do mundo digital, que ao nosso olhar é muito mais instigante e prazeroso.
Nossos alunos são imediatistas, assistem à televisão, filmes, videogame, muitos possuem e-mail, criam comunidade on-line e conversam com o mundo através do MSN, enfim, recebem e enviam informações com grande facilidade, utiliza-se de criatividade e velocidade, que muitas vezes não acompanhamos. Como ganhar espaço, diante de toda essa parafernália?
Nesse mundo tão veloz e quase frenético, necessitamos estar sempre em atualização, perquirindo novos conhecimentos e inovando, ou ficaremos para trás em instantes. Como educadores, precisamos aduzir sobre as novas ferramentas tecnologias e, ao mesmo tempo, fomentar a necessidade do desenvolvimento do próprio potencial do educando. Por outro norte, precisamos investir na nossa própria formação continuada para que possamos desenvolver novas capacidades de atuação em sala de aula e aos poucos derrubar nosso grande rival: “GOOGLE”, que imediatamente responde a todas as dúvidas e ainda, a ação copiar/colar, que em instantes conclui a pesquisa sem muito esforço e criatividade. É necessário, portanto, a conscientização do uso correto das novas ferramentas tecnológicas, mostrando aos nossos alunos que a finalidade do seu uso é dar suporte na construção do conhecimento e que as mesmas devem oportunizar o processo ensino-aprendizagem, com a finalidade de sermos cidadãos proativos, em uma sociedade globalizada e altamente competitiva.
As tecnologias devem estar interligadas na construção do Projeto Político Pedagógico, a partir da realidade, preocupando-se em atender as necessidades específicas da comunidade na qual está inserida, planejando seu trabalho a curto, médio e longo prazo, com a finalidade de construir e reconstruir nossa própria história.
“...é essencial promover a articulação da escola com outros espaços produção do conhecimento, tornando a integração entre mídias e tecnologias uma opção do trabalho educativo assumido pela comunidade escolar e contemplado no PPP da escola, para o qual os educadores precisam ser devidamente preparados”. (ALMEIDA, 2009, p.82)
Perder o receio de manusear os novos recursos é algo que toda a comunidade escolar deve ousar e utilizar com responsabilidade, buscando novas alternativas na construção do saber, bem como, o desenvolvimento de habilidades cognitivas, de comunicação e socialização. Ferramentas inovadoras que nos possibilitam abrir novos caminhos. Mas essas possibilidades só acontecerão na prática, se todos estiverem antenados, preparados, motivados para querer saber mais, avançar na pesquisa e na compreensão do mundo.
Então, como trabalhar com os novos meios digitais, educando nossos alunos para o uso correto desses recursos? É um aliado ou é um vilão desse processo?

Referência:

ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Gestão de tecnologias, mídias e recursos na escola: o compartilhar de significados. In: Aberto, Brasília, v.22, n. 79, p. 75 – 89, jan. 2009.

24 de setembro de 2009

FEIRA REGIONAL DE MATEMÁTICA

É recompensador perceber a intensidade do olhar da criança, quando ela percebe que pode fazer parte de um conhecimento que vai além da sala de aula.

No dia 17 e 18 de setembro de 2009, os alunos da Escola Básica Municipal Santo Antonio participaram da Feira Regional de Matemática na cidade de Tangará.

Na qual tiveram oportunidade de demonstrar seus conhecimentos com relação aos Jogos Cognitivos.

As fotos abaixo mostram parte do sucesso que os alunos Adair, Jaqueline e Milena da 5ª Série B alcanãram durante as atividades.









Professora: Juliana Carla Schena Tribeck